Já tinha lido sobre o livro no Facebook, o pessoal elogiando, dizendo que dava medo e que era aterrorizante. Medrosa que sou, demorei para ter coragem de ler, apesar da curiosidade. Eu, particularmente, não achei tudo aquilo não. Não me senti tão afetada pela história como me senti lendo “Objetos cortantes”, da Gillian Flynn ( aqui ). Imaginei que a sensação ao ler “Caixa de pássaros” seria mais intensa ou mais perturbadora, mas achei que dos quatro momentos mais críticos da história, na minha opinião, apenas os dois primeiros me deixaram tensa de verdade, de ter que parar de ler e respirar um pouco. Depois, parece que só foi mais do mesmo, e eu estava anestesiada e não tinha mais tensão alguma, e olha que dois desses momentos mais para o final do livro, deveriam ser “os momentos” da história (pelo menos eu acho), mas não conseguiram me impressionar, e a leitura ficou cansativa. Bem, vamos à história em si. Malorie vive com duas crianças de quatro anos em uma casa de janelas cobertas ...