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Mostrando postagens de julho, 2014

Amigas e trabalho

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Meu primeiro emprego foi na papelaria dos pais da minha amiga Kelly. Quer sorte maior? Trabalhávamos e conversávamos o dia todo. Eu estava rodeada de materiais escolares, que adoro, e papeava o dia todo com minha melhor amiga. Perfeito! Foram quase 10 meses, e guardo boas lembranças de lá. Eu e a Kelly não temos mais o contato diário que tínhamos na época, mas a amizade e o carinho continuam. Depois trabalhei 5 anos em uma empresa de venda de aço para construção. Lá conheci a Fabiana, e levei a Deise (Delírios da Deise) para trabalhar comigo. Show de bola, agora tinha duas amigas no mesmo local de trabalho. Eu e a Deise nos conhecemos na faculdade, e foi amizade à primeira vista (rsrsrsrsrs). Ambas desistimos da faculdade, saímos da empresa, mas a amizade continua. Com a Fabiana, fomos nos conhecendo e confiando uma na outra aos poucos, no dia-a-dia de uma sala onde trabalhávamos só nós duas. A amizade foi crescendo, e hoje, seis anos depois de ter saído de lá, ainda tenho saudades dos...

Menininha ou moleca?

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Nem um, nem outro... Deve haver alguma categoria intermediária, porque menininha com certeza eu não sou, mas também não sou moleca. Nunca fui de passar batom todos os dias, fazer unha toda semana (também não sou uma ogra não... rsrsrs), ir em salão toda hora, etc e tal. Também não sou moleca, não era de brincar na rua, jogar bola com os meninos, viver com os joelhos ralados. Nada disso. Brincava de boneca, e gostava (ainda gosto) de ler. Hoje em dia até me forço um pouco a ser mais menininha, usar um batom, um rímel, mas confesso que nem sempre me empolgo muito com tudo isso. Como posso ensinar minha filha a ser vaidosa, se eu não sou nenhum modelo de vaidade? Ela por si só já é um tanto moleca, mas adora um batom. Como ela ainda é muito criança, não incentivo ainda, vou esperar ela crescer um pouco mais para incentivar que ela tenha essa vaidade que eu não tenho. Imagem retirada de  http://thamireslucena.blogspot.com.br/2013/05/causas-contos-da-sophia-universidade.html

Divulgando - Sorteio

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Bom dia!!! Está rolando sorteio de livros no Delírios da Deise !!! Corre lá, se inscreve e participa!!! O sorteio será no dia 26/08/2014.

Minhas impressões – Feita de fumaça e osso / Dias de sangue e estrela - Laini Taylor

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Eu já havia lido "Feita de Fumaça e Osso" há um bom tempo, e estava ansiosa pela continuação da história, "Dias de Sangue e Estrela", da escritora Laini Taylor. Li o primeiro meio desacreditada, porque tinha lido a saga Crepúsculo, e pela descrição do livro achei que seria "tudo a mesma coisa, mudando um detalhe aqui e outro ali", mas não... Embora seja tudo fantasia, são histórias bem distintas. Segue a descrição dos dois livros da Laini Taylor. http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4168887 Nome: Feita de fumaça e osso Autora: Laini Taylor Editora: Intrínseca Sinopse Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo. E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra de outro mundo. O nome dela é Karou. Seus cade...

Convites e lembrancinhas personalizadas

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Sua família é perfeita?

É impressionante como vira e mexe me identifico com as postagens que leio nos blogs que acompanho, tipo parece que foi escrito para mim, e quando mais preciso. Esse aqui da Camila, do blog Mundo Ovo , foi como uma libertação... rsrsrsrs É ótimo saber que existem  outras mães no mundo passando e sentindo o mesmo que nós. Saber que não estamos sozinhas em nossos erros e acertos, dá um certo alento ao coração. Amamos nossos filhos e fazemos o que podemos por eles, e nem sempre acertamos, pelo simples fato de que somos HUMANAS, passíveis de erros e acertos. Famílias não são iguais, cada uma tem seu jeito, seu ritmo, umas tem pai e mãe, outras tem só um ou outro, ou vó, ou tio/tia, ou duas mães, ou dois pais, enfim, e não existe modelo perfeito. O importante é que haja amor, para se superar as dificuldades do dia a dia. No mais, as coisas se ajeitam.

Ansiedade

Quando as coisas dependem só da gente para acontecer, é mais fácil controlar a ansiedade, mas quando tem mais alguém(ns) envolvido(s) no processo, aí complica... Depender da ação de outra(s) pessoa(s), demanda um pouco mais de paciência e auto controle, porque as coisas não costumam acontecer no ritmo que a gente espera, sonha, idealiza... Aí haja coração e força de vontade... Ai meus sais...

Meus textos - Pessoas especiais em minha vida

Aí naquele minuto de bobeira, você começa a brincar de faz de conta... Volta para o passado, e vai se perguntando “E se...?” e começa a imaginar coisas que poderiam ter sido e não foram, um motivo aqui, uma decisão acolá, e tudo poderia ser diferente do que é hoje. E se não tivéssemos saído da minha cidade natal? Eu seria uma pessoa diferente se ainda morasse lá? Mas nós saímos de lá, e depois disso moramos em 3 lugares (totalmente) diferentes antes de chegar onde moramos hoje. O que seria de mim se não tivéssemos saído da cidade A, B ou C? Aí chegamos em Curitiba, e a vida foi acontecendo como tinha que ser. Novos amigos, novas escolas, novas escolhas. Algumas dessas escolhas já faziam parte das minhas próprias decisões. E passo a passo, minha história foi sendo escrita. Algumas pessoas entraram e algumas pessoas saíram da minha vida, outras pessoas escolheram ficar nela e me ajudam a escrever uma nova história a cada dia: Meu marido, minha filha, meus pais, minhas amigas, e tantas ou...

Minhas impressões – Corações feridos - Louisa Reid

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Depois de (finalmente) terminar a leitura do 5º livro das Crônicas de Gelo e Fogo – A Dança dos Dragões, de George R.R.Martin, meu escolhido foi esse, Corações Feridos, de Louisa Reid. http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/5280887 Nome: Corações feridos Autora:  Louisa Reid Editora:  Novo Conceit o Sinopse Hephzibah e Rebecca são irmãs gêmeas, mas muito diferentes. Enquanto Hephzi é linda e voluntariosa, Reb sofre da Síndrome de Treacher Collins — que deformou enormemente seu rosto — e é mais cuidadosa. Apesar de suas diferenças, as garotas são como quaisquer irmãs: implicam uma com a outra, mas se amam e se defendem. E também guardam um segredo terrível como só irmãos conseguem guardar. Um segredo que esconde o que acontece quando seu pai, um religioso fanático, tranca a porta de casa. No entanto, quando a ousada Hephzibah começa a vislumbrar a possibilidade de escapar da opressão em que vive, os segredos que rondam sua família cobram-lhe um preço alto: seu trágico fim. E...

Acompanhando e curtindo muito o blog da Cinthya Rachel

Há alguns dias descobri o blog Cinthya Rachel e seus pensamentos insanos  , e estou curtindo muito as postagens dela. Fui navegando para os posts mais antigos, e acabei me identificando com o texto publicado por ela,  A moça do casado bege  , porque me descreveu muito bem, e me senti motivada a "sair do time do casaco bege". Será que dessa vez eu consigo???

Cozinhar já foi um pesadelo

Não sou nenhuma cozinheira de mão cheia, e confesso que já cometi muitos erros culinários, mas hoje, depois de 7 anos de casada posso dizer que me viro bem. Minha  mãe inventa muitas coisas na cozinha (eu não tenho esse dom), e acho que cozinha muito bem, mas quando eu era solteira, eu não tinha lá muito interesse em aprender... Casei sabendo fazer arroz e fritar ovo (ou quase isso)... Mas não me acomodei, fui logo tentando fazer um feijão, temperar e fritar um bife, e entre tentativas e erros (que não foram poucos), fui ajeitando os temperos e hoje já é mais tranquilo encarar o forno e fogão... Procuro receitas na internet, vou testando, adaptando, e vamos que vamos!!!

Medo de dirigir – Já passei por isso

Aí a pessoa tem carteira de habilitação há 11 anos, mas dirige (de fato) há 4 anos... A carteira ficou lá, largada, servindo só de substituta de identidade + CPF por 7 anos... Até que um dia alguém disse “Chega, não quero mais ser o motorista da família!” (não, não tenho motorista particular, foi o marido mesmo que resolveu se libertar das idas e vindas de escola/mercado/carona pra esposa...). Aí, de uma hora para outra me vi atrás de um volante, e o negócio foi engatar a marcha e sair... Não foi tão simples, não foi tão fácil, nem tão rápido... Foi mais um ano para sentir um pouco mais de segurança e começar a perceber que tudo é questão de adaptação. Superados alguns medos, alguns traumas e um raspão em uma pilastra, hoje quem leva e trás a “tchurma” na maioria das vezes sou eu... E o marido? Vai feliz no banco do carona, só desfrutando a paisagem... 

Calma e Paciência com crianças [como? (até) quando?]

Estão aí duas coisas que eu deveria ter (de sobra) e me faltam (e muito)... Espera-se de uma boa mãe que tenha toda a calma e paciência do mundo para lidar com seus filhos... Acho que (será que sou só eu???) vim com defeito... Agradeço a Deus pela saúde e disposição da minha filha, isso é fato. Só que ela tem um dom para me testar que sei lá, me tira do sério... Ela tem personalidade forte, é cheia de manias e vontades, e A-D-O-R-A me contrariar... Já ouvi (li) falar por aí de “Adolescência da Infância”, e acho que é exatamente essa fase que a minha pequena está passando... Se vai melhorar, não sei... Se é um “tira-gosto” do que será daqui a 7, 8 anos... Ai de mim...

Meus textos - Sobre mudanças e aceitação

Engraçado como podemos mudar com o tempo, como somos hoje resultado de tudo o que vivemos até ontem, e cada palavra, cada ato vindo de outra pessoa pode afetar nossa maneira de pensar e agir, deixando-nos piores ou melhores, depende do ponto de vista. Engraçado que ninguém chama para si a responsabilidade da mudança que ocorre no outro, por mais que a sua contribuição tenha sido mínima para a mudança, ela está lá, mas o egoísmo de cada um não permite enxergar que a sua sinceridade, a forma como coloca as situações para a outra pessoa, pode transformar para sempre a forma como ela vê esse crítico em potencial. É muito particular de cada um a opinião que tem de outra pessoa, e nem sempre essa opinião condiz com a realidade, porque tudo o que conhecemos das outras pessoas é o que elas permitem que conheçamos. Cada um carrega dentro de si um "eu" muito diferente daquilo que está aparentando. E não é nem questão de estar representando, ou sendo duas caras. É sim uma forma de se pr...

Dia de jogo do Brasil, e eu...

Vou fazer qualquer outra coisa... Assistir futebol não é meu esporte preferido (!!!), ficar ali, naquela agonia, esperando as coisas se resolverem, sair um (ou  mais) gol(s), ir (ou não) pra prorrogação, ir (ou não) para os pênaltis... Prefiro saber depois, fato consumado. Enquanto todos roem a unhas na sala, grudados na televisão, eu vou... ler um livro... tirar um cochilo... aproveitar o tempo com minha pequena... passar roupa (hahahahaha)... enfim, qualquer coisa, MENOS assistir o jogo! Tipo, até torço, mas não acompanho... 

Meus textos - Sou como sou

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Sou assim... Nem boa, nem má Nem a mais bela, nem a mais feia Sou normal... se é que posso me definir assim Um mix de dúvidas e certezas Uma rebeldia acumulada, escondida Um excesso de zelo por nada Um excesso de relaxo por tudo Uma saudade do que não fui Um desejo de um dia ser Talvez melhor, talvez pior Simplesmente diferente Nesse trem desgovernado que é a vida Tento dar o melhor de mim Pode não ser o suficiente Para quem quer mais e mais E na ânsia de agradar Acabo deixando a ansiedade me domar E volto a ser o que sou Errando os mesmos erros E seguindo os mesmos (outros) caminhos (imagem original no endereço http://salto15vermelho.blogspot.com.br/2010/11/pensando-na-vida.html)